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AUTO-AJUDA


                                   Autoestima
                 
                                    


                                                       Viver Como As Flores

"Em um antigo mosteiro budista, um jovem monge questionava o mestre:

- Mestre, como faço para não me aborrecer? 

Algumas pessoas falam de mais, outras são ignorantes, muitas são indiferentes, eu sinto ódio das mentirosas e sofro com as que caluniam.

- Pois viva como as flores, orientou-lhe o mestre.

- E como é viver como as flores? – perguntou o jovem monge.

- Repare nas flores – ele falou apontando os lírios, que crescem no jardim – Elas nascem no esterco, entretanto são puras e perfumadas. 

Extraem do adubo mau-cheiroso tudo aquilo que lhes é importante, útil e saudável, mas não permitem que o azedume da terra manche o frescor de suas pétalas. 
É justo inquietar-se com as suas próprias imperfeições, mas não é sábio permitir que os vícios dos outros o perturbem. 
Os defeitos deles, são deles, não seus. 
Se não são seus, não há razão para aborrecimentos. 
Exercite, pois a virtude de rejeitar todo o mal que vem de fora. Isso é viver como as flores.

Numa simples orientação, sem dúvida, uma grande nobre lição de bem-viver a nossa disposição. 

Mas para viver como as flores, é preciso ainda observar outras características que elas nos oferecem, como exemplo. 
É importante notar que nem todas as flores têm facilidades, mas todas elas têm algo em comum: florescem onde foram plantadas. 
Seja em meio a pedregulhos, ou em jardins perfeitamente bem cuidados, as flores surgem para perfumar e embelezar a vida.

Existem as flores heroínas, que precisam lutar com valentia, por um lugar especialmente feito ao sol. 

São aquelas que surgem em minúsculas trinchas, abertas em calçadas ou muros de concreto. 
Precisam encontrar com firmeza e determinação um espaço para brotar, crescer e florescer. 
Há flores, cujas sementes ficam sob solo escaldante do deserto por muitos anos, esperando que um dia as gotas da chuva tornem possível emergir e então surgem, por poucos dias, só para espalhar o seu perfume e lançar ao solo novas sementes que germinarão e florescerão ao seu tempo. 
Em campos cobertos de neve, há flores esperando que o sol da primavera derreta o gelo para despertar de sua letargia e colorir a paisagem em exuberância de cores e perfumes. 
Ah, como as flores sabem executar com maestria a divina missão que o criador lhes confia. 
Existem ainda flores resignadas, que simulam na tentativa de tornar menos tristes as cerimônias fúnebres dos seres humanos, enfeitando coroas sem vida.

Viver como as flores, portanto, é muito mais que saber tirar vida, beleza e perfume das coisas ruins. 

É muito mais do que florescer em desertos áridos ou terrenos inóspitos. 
É mais do que buscar um lugar ao sol, estando em uma cova escura. 
É mais do que suportar a poda e responder mais vida e mais exuberância. 
Viver como as flores, é entender e executar a missão que cabe a você, a mais bela e valorosa criação divina, para quem todas as flores foram criadas. 
Pense nisso, as flores são uma das mais velas e delicadas formas de expressão do divino artista da natureza. Parece mesmo que o criador as projetou e as colocou no mundo pra falar da grandeza do seu amor por nós e também como lições silenciosas, a nos mostrar como florescer e frutificar em meio a todas as dificuldades da vida. Pense nisso, quem sabe não é essa a hora de você começar a imitar as flores?"

(Autor Desconhecido)  





Entre perder espaço e tempo. prefiro espaço, pois esse depois eu recupero. (Napoleão Bonaparte)

Nada se conquistou nada sem entusiasmo. (Ermeson)

Procures o que viver, que eu te digo o que fazer. (Pedro José)

Quem quiser elevar-se na vida deve sofrer. A dor é estimulo e força. A luta intima que se trava dentro do peito para vencê-la dá a condição da vitória. O triunfo contra a dor é o triunfo da vida. (Austrageliso) 






As dicas podem ajudar a fortalecer a cumplicidade e reforçar o amor. Confira:

1. Ajuste os gastos à nova realidade para não terminar afundado em dívidas;

2. Seja forte e não se deixe abalar por sensações, como frustração e ansiedade;

3. Trace um plano B. Pense em alternativas para reforçar a renda com alguma atividade que saiba fazer. Por exemplo, não há nada de errado em vender os quitutes que você faz como ninguém;

4. Procure manter o equilíbrio emocional, pois a sensação de fracasso impede que se sinta apta para disputar uma nova vaga de trabalho;

5. Reserve uma parte do dinheiro para atividades de lazer, como um choppinho com os amigos uma vez por semana;

6. Dê um tempo a si para se restabelecer emocionalmente. Afobar-se só torna a busca por um emprego ainda mais traumatizante;

7. Apegue-se a resultados positivos conquistados anteriormente para entender que não é um mau profissional, mas que o mercado de trabalho está enxuto em tempos de crise;

8. Afaste quaisquer críticas, cobranças ou julgamentos. Essas atitudes só servem para baixar a auto-estima de quem perdeu o emprego;

9. Reavalie seu potencial. Sua profissão realmente lhe traz prazer? É uma boa hora de virar a mesa para investir em outra carreira;

10. Não desista de encontrar um trabalho. As crises, felizmente, são passageiras.







Ana Paula Barros, empresária de 39 anos, nunca passou pela experiência de saber de uma traição, mas afirmou ao Terra que perdoaria uma. “Claro que não seria a coisa mais fácil do mundo e haveria mágoa, mas perdoaria com certeza. Eu não abriria mão do homem que eu amo por causa de um deslize dele”. A coisa muda, porém, se ele estivesse envolvido emocionalmente com a pessoa. "Nesse caso não acho que cabe perdoar ou não, mas compreender, aceitar e esquecer. Perdoar um sexo casual é uma coisa, mas se ele se envolveu, se gostou e houve sentimento, é diferente. Não sei se eu conseguiria compreender e aceitar uma traição nesse caso. Provavelmente o relacionamento acabaria."

Daniele Schupp, carioca de 40 anos, perdoou alguns deslizes de seu ex-marido, mas quando ele se envolveu sentimentalmente com outra pessoa foi a primeira a desejar-lhe sorte e felicidade na nova empreitada. "Quando ele se apaixonou mesmo, nós já tínhamos uma relação mais de amizade do que de marido e mulher. E as coisas não aconteceram de propósito, ele não procurou me trair, aconteceu. Dei a maior força para ele voltar para a Holanda (seu país de origem) e viver o seu grande amor. Se eu não tivesse feito isso, seria por puro capricho, por egoísmo total." Essa maturidade acabou levando as duas, ex-esposa e amante, a se tornarem amigas íntimas depois da morte do ex-marido e até hoje se encontram uma vez por ano.

Marcelo Vaz, engenheiro agrônomo de 43 anos, já foi traído e acabou perdoando. Mas em uma outra situação, e já ao lado de outra pessoa, Marcelo teve uma noite de sexo casual, se sentiu mal e acabou contando. "Dancei, nesse caso", diz ele. Mauro Suannes, economista de 40 anos, já é mais categórico em sua opinião: "Eu não perdoaria nenhum dos dois casos. Se for sexo casual pode parecer que o sexo comigo não está bom, então não adiantaria eu perdoar e ela voltar pra mim. Se tiver envolvimento emocional, pior ainda, pois poderia levá-la a continuar pensando na outra pessoa, mesmo estando comigo." Patrícia Scheuermann, 39 anos, concorda. "Para mim, seria impossível manter um relacionamento onde a sombra de uma traição, mesmo que "apenas" sexual, estivesse presente. Como saber se esse tipo de traição não viraria um hábito?"

Talvez a melhor maneira de evitar a infidelidade é manter o diálogo sempre aberto. Pelo menos é o que acredita Mauro Suannes. "Se algo está ruim no relacionamento é melhor conversar com a parceira, pois traí-la não resolve os problemas do casal." Mesmo porque algumas reações a uma pulada de cerca podem ser mais explosivas que outras e deixar marcas piores que a culpa, como Luciana D. Vedove, 35 anos, deixa bem claro. "Ele teria que se dar por feliz por eu deixar que ele continuasse a manter seu órgão sexual depois de uma traição." E aí? Vai arriscar?






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Thaís Camargo

Das rodinhas nas mesas dos bares às conversas em família, o assunto é um só: a crise financeira que insiste em bater à porta, geralmente com a perda do emprego.

Nesta quarta-feira, por exemplo, o Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) anunciou que o índice de desemprego no Brasil é o maior no mês de março desde 1985. A redução no número de funcionários é a estratégia de muitas empresas para tentar afugentar o quadro de colapso econômico.

E, entre um corte e outro, você ou seu companheiro pode ser uma das vítimas. "O desemprego é a oportunidade de o casal discutir os efeitos da crise", afirma Gustavo Cerbasi, consultor financeiro e autor do livro Casais Inteligentes Enriquecem Juntos.

Na prática, segundo o especialista, isso significa uma reavaliação dos gastos. "Ajustes radicais podem contribuir para atravessar a crise. Trocar o carro por um mais barato ou o apartamento por um menor são estratégicas eficazes e inteligentes", afirma.

O que não pode ser eliminado da vida do casal, diz o consultor, são as atividades de lazer. "Eles não precisam sair todos os dias para jantar, mas é importante que mantenham um encontro semanal com os amigos para tomar um choppinho." Afinal, o isolamento só contribui para baixar a auto-estima e, quando a autoconfiança é deixada de lado, fica ainda mais complicado arrumar um novo trabalho.

A psicanalista, pós-graduada pela USP (Universidade de São Paulo), Léa Michaan compartilha do ponto de vista do consultor. Ela traduz a dificuldade econômica como chance de descoberta de outros prazeres pelo casal. "Uma caminhada ou assistir a um filme em casa podem ser programas bastante agradáveis", diz.

Mas é claro que estar desempregado não é nada fácil. Ainda mais quando é o homem quem está nessa situação. "Embora a mulher tenha conquistado seu lugar no mercado de trabalho, o homem ainda carrega o estigma de provedor", diz a terapeuta de adultos, casais e família, Marina Vasconcellos.

Para ela, críticas e cobranças só prejudicam a relação. Em vez de julgar o parceiro, experimente incentivá-lo mostrando quantas conquistas ele já alcançou profissionalmente. Assim, ele se sentirá mais confiante na disputa por uma nova vaga, alerta a terapeuta.







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Exemplo de um casal para contar suas experiencias, São Eles: Claudio R. S. Pucci

O quão culpado você sente com a possibilidade de trair seu parceiro? Foi com essa pergunta em mente que psicólogos das universidades de Halifax e de Toronto no Canadá e da Universidade de Viena, na Áustria, conduziram um interessante estudo envolvendo 66 mulheres e 65 homens com idade média em torno dos 28 anos, todos canadenses. A questão da culpa era a variável mais relevante, já que até o momento os estudos da psicologia evolucionária sempre abordaram o ciúme que a pulada de cerca gera. A culpa é o mecanismo central para um comportamento responsável, e serve como um alerta em relação às ações de uma pessoa serem inaceitáveis para seu parceiro ou grupo social. Culpa também é inversamente proporcional à intenção, ou seja, quanto mais intencional for o ato, menor a culpa.

Os estudiosos separaram a traição em duas categorias básicas: a física, onde o ato sexual de fato é o mais importante, e a emocional, onde existe sentimento de amor ou paixão envolvido, sem necessariamente ocorrer o ato sexual. O resultado final é que homens se sentem mais culpados quando protagonizam a traição física, enquanto nas mulheres o peso na consciência é maior quando ocorre uma infidelidade emocional. Na verdade os pesquisadores esperavam uma resposta inversa, onde homens estariam se preocupando mais com a traição emocional, uma vez que a predisposição masculina para sexo é inerente a esse universo. Já a mulher estariam preocupadas com a física, já que sabem o quanto elas afetam os homens.

E porque os pesquisadores erraram em suas hipóteses? Segundo o estudo, homens no geral tendem a dar mais valor aos aspectos sexuais de seu relacionamento, enquanto as mulheres costumam superlativar a questão  emocional. Ambos os lados projetam seus próprios valores éticos no parceiro, enquanto na verdade, eles são bastante distintos.

Essa valorização de duas perspectivas diferentes na relação do casal também se reflete na hora de perdoar uma traição. Para os dois sexos uma traição física é difícil de engolir, mas para as mulheres pesquisadas o relacionamento tem uma chance muito maior de chegar ao fim se elas descobrirem que o parceiro está dormindo com outra pessoa. Maior até do que se ele estiver emocionalmente envolvido coma um terceira.

O grande viés do estudo, publicado na revista Evolutionary Psichology, é que as pessoas entrevistadas não estavam obrigatoriamente envolvidas com alguém e também não confessaram se já haviam traído ou não - o que não invalida a tentativa de entender melhor um assunto tão combustível.






- Acho que não consigo satisfazer minha parceira e não sei o que fazer ?
Não se sinta obrigado a nada em um relacionamento sexual. Seja espontâneo, sincero e pense somente na parceira no momento do sexo, em lhe dar prazer, mas sem cobranças. O diálogo entre o casal é também muito importante. Pergunte para ela como quer os seus carinhos. As mulheres são diferentes e tem que ser preparadas por no mínimo 15 minutos para se iniciar a penetração.

- A Fimose causa a ejaculação precoce ? 
A Fimose é quando o menino nasce com a pele (prepúcio) que recobre a glande fechada que não se expõe. Isso faz com que a glande fique muito sensível e o homem ejacule ao simples contato com a mulher. Pode ser a causa da Ejaculação Precoce

- Como é o tratamento para ejaculação precoce ?
Para ejaculação precoce o tratamento baseia-se em reaprender a ejacular. Saber todas as sensações no pênis antes do orgasmo e conseguir diminuir o ritmo da penetração e prolongar o tempo da ejaculação. Um ansiolítico pode ajudar, mas não cura. Procure um terapeuta sexual para lhe dar os exercícios sexuais que farão você reaprender a ejacular.

- O que é ejaculação precoce? 
Um dos problemas sexuais mais comuns é a ejaculação precoce, que consiste em um orgasmo masculino em um tempo considerado rápido, que deixa o homem frustrado e sua parceira sexual sem ter tido uma excitação suficiente para atingir o orgasmo.
Não há um tempo pré definido para o homem e a mulher chegarem ao orgasmo, ele vem quando o homem e a mulher chegam a um nível suficiente de excitação tal que desencadeiam o mecanismo do orgasmo.
Os gráficos de excitação do homem e da mulher são diferentes, sendo fácil concluir-se que se os dois começarem o coito sem controle, na maioria das vezes o homem chegará ao orgasmo antes da mulher. Este fato deixa o homem frustrado pois a relação se torna rápida e não conseguiu com que sua parceira tenha o prazer completo.
O mais freqüente método utilizado pelos ejaculadores precoces consiste em distrair-se, não pensar no que está fazendo ou, inclusive, pensar em temas não sexuais como o trabalho e o futebol. A masturbação prévia, o uso de mais de uma camisinha e o uso de cremes anestésicos são outros métodos usados. Nenhum destes recursos é aconselhável pois se um homem se distrai muito durante a relação, excede-se na dose do álcool ou diminui a sensibilidade de seu pênis, tem muitas possibilidades de acabar com um problema de ereção. Também tentar uma segunda ereção a seguir de uma ejaculação rápida pode não ser possível a partir de uma certa idade, a não ser que se deixe passar muito tempo.
As causas de ejaculação precoce são orgânicas (20%) e psicológicas(80%). A fimose e um "freio curto" do pênis são as causas orgânicas pois aumentam muito a sensibilidade desta região e aumentam muito a excitação  no homem, não dando possibilidade deste segurar a sua ejaculação. Estas doenças podem ser resolvidas com cirurgia. A ansiedade aumentada é a causa psicológica mais comum da ejaculação precoce, que pode ser diminuída com medicamentos e com terapia sexual.
Uma correta aprendizagem do controle ejaculatório, já que existem fases de excitação durante o coito até a ejaculação, e saber parar no momento certo é a intenção do tratamento. O tratamento correto é eficaz e ajuda muito na sexualidade do casal.

- Existem espermatozóides na secreção que sai do pênis quando ele está ereto? 
A secreção peniana durante a ereção, produzida para a lubrificação na penetração, pode em parte dos homens, conter espermatozóides. Por isso, se a mulher estiver no período fértil, e se a secreção conter espermatozóides, ou o homem ejacular no intróito(entrada) vaginal, pode ocorrer a fecundação. Mas, seria mais prudente usar camisinha, também para prevenir doenças sexualmente transmissíveis.

- As preliminares na relação sexual são importantes ? 
Você está certa. As preliminares são importantes e essenciais. Sem elas a mulher não se prepara para receber o pênis e muito menos para chegar ao orgasmo. Aprenda sobre seu corpo e depois ensine ao seu parceiro. Tenham no mínimo 15 minutos de preliminares, ou mais.Assim você terá uma resposta sexual de excitação muito maior e mais prazerosa.

- Existe o Hímem Complacente ? 
Sim,existe e dificulta o seu rompimento na primeira relação sexual da mulher.O hímen complacente não atrapalha no orgasmo enquanto não for foco de perda da excitação. Com certeza um lubrificante (KY) vai ajudar. Ela deve procurar um ginecologista para uma melhor avaliação.Não se deve forçar demais na relação para a sua rutura pois pode machucar e traumatizar física e psicológicamente a mulher.

- Tenho Varicocele e não tenho filhos. Devo operar? 
A cirurgia de Varicocele é também indicada para homens que tem essas veias no escroto e alterações no espermograma ( exame que conta os espermatozóides e analisa a sua fertilidade). A cirurgia pode ou não aumentar as chances de uma gravidez melhorando o seu espermograma. Não há qualquer tipo de garantia da melhora da fertilidade com a cirurgia. A vitamina E também ajuda um pouco. Consulte um urologista.

- Qual a diferença entre Glande e Clitóris ? 
A Glande e o Clitóris têm mais ou menos a mesma resposta sexual.São formados por tecidos extremamente inervados, que faz com que sejam mais sensíveis que outras partes do corpo. Os dois se intumescem na excitação, devido a um represamento de sangue aumentando-os de volume.A diferença é que o clitóris tem uma função estritamente sexual.

- Sexo oral transmite AIDS?
O sexo oral pode também transmitir a Aids por ser a saliva uma secreção que contém os vírus.Pelo beijo é mais difícil esta contaminação porque a saliva vai para o estômago que contém o ácido clorídrico que mata os vírus.Agora se houver sangramento da gengiva e/ou ferimentos no pênis e/ou na vagina e na prática do sexo oral, pode haver riscos de contaminação

- Qual o tratamento mais moderno para o Herpes Genital ? 
Os especialistas que cuidam dessa doença são: urologistas, ginecologistas e infectologistas. O tratamento atual, é muito caro, usado hoje a base de Interferon (injeção que aumentam a resistência do paciente), mas também não tem garantia de cura total.

- Existem exames para fazer o diagnóstico da Herpes Genital? 
O diagnóstico é clinico, mas há muitas variações dos sintomas e sinais. Estes sintomas também podem ser de vaginite inflamatória com coceira, dor na relação, corrimento vaginal.No homem ocorrem pequenas bolhinhas no pênis que estouram em dias e podem se curar espontâneamente.Procure ajuda médica especializada.

- Qual pomada devo usar para Herpes Genital? 
Não faça tratamento por conta própria. Procure um ginecologista ou um urologista no caso de ser homem

- Tenho Herpes Genital e quero saber se ele volta sempre ? 
O herpes, por ser uma doença viral, pode ficar em estado latente por vários anos e depois reaparecer sem causa aparente. Outras formas de contaminação, além da relação sexual, são: mãos, beijos, contato com qualquer parte do corpo. Outro fator é a necessidade de ter uma predisposição pessoal para adquirir a doença. O stress e a depressão também causam queda do estado geral da pessoa e podem levar ao herpes ou a sua rescidiva.

- Após a infecção pelo HIV, quanto tempo pode demorar até a manifestação dos primeiros sintomas da aids em si?
Em geral, os primeiros sintomas da aids começam a aparecer entre oito e dez anos após a contaminação pelo HIV, como conseqüência à diminuição do número de linfócitos T CD4+, que são as células de defesa do organismo. Esse tempo, porém, varia de pessoa para pessoa. Há casos em que a aids demora mais tempo para se manifestar, podendo a presença do HIV passar despercebida por vários anos. Há registro de casos em que se passaram 15 anos até a manifestação dos primeiros sintomas da doença (aparecimento das infecções oportunistas), tempo este denominado período de incubação. Nessa fase, o acompanhamento médico é muito importante. A queda da contagem de linfócitos T CD4+ é de 30 a 90 células por ano e está diretamente relacionada à velocidade da reprodução viral e à progressão para a aids.

- A ausência de sintomas evidentes da doença exclui a possibilidade de haver infecção pelo vírus HIV? 
Não. A pessoa pode estar infectada pelo HIV e não ter desenvolvido a doença (aids), não tendo, portanto, nenhum sintoma da doença. A aids propriamente dita pode levar mais de 10 anos para aparecer e manifestar os primeiros sinais e sintomas.

- Para se fazer o diagnóstico de uma possível infecção pelo HIV, que período de tempo deve-se esperar para fazer o teste de aids?
Após exposição à situação de risco, recomenda-se uma espera de 03 meses (90 dias) para fazer o teste de identificação.

- Que teste detecta o vírus da aids?
O teste mais utilizado nas investigações diagnósticas, para detecção de anticorpos anti-HIV no organismo, é o Elisa. Ele procura no sangue do indivíduo os anticorpos que, naturalmente, o corpo desenvolve em resposta à infecção pelo HIV. O resultado desse teste é rápido, mas, ocasionalmente, pode surgir um falso positivo (resultado positivo para o HIV, em uma pessoa não contaminada pelo vírus). Por isso, caso o resultado seja positivo, aconselha-se repetir o Elisa e, em seguida, fazer o teste de Western Blot para que não restem quaisquer dúvidas.
O teste de Western Blot é mais sensível e define, com mais precisão, a presença de anticorpos anti-HIV no sangue. No entanto, como é mais complicado e exige condições técnicas mais avançadas, só é utilizado como confirmação do Elisa.
Os exames habituais (ELISA e Western-Blot) detectam anticorpos contra o HIV, produzidos pelo sistema imune do hospedeiro. Desta forma, existe um período (chamado de "janela imunológica") em que o indivíduo pode estar infectado, sem, no entanto, ter estabelecido ainda uma taxa de anticorpos em quantidade detectável. Assim, o indivíduo com infecção recente, ainda não detectável pelos exames habituais, pode transmitir o vírus, uma vez que esse já pode estar circulante no sangue e ser eliminado nas secreções. Além disso, na fase inicial da infecção, as taxas de vírus circulantes podem ser altas, uma vez que a resposta de defesa do hospedeiro ainda não está estruturada.
O teste sorológico para AIDS pode ser realizado em laboratórios clínicos particulares. Porém, o ideal é realizar o exame após consulta e aconselhamento médico.
Em parte por preconceito, mas muito por desconhecimento, são muitos os mitos que envolvem a homossexualidade em nossa sociedade. E é natural que assim seja, já que os próprios homossexuais, com medo da rejeição da família, dos amigos e da sociedade em geral, e por se sentirem culpados pela sua "diferença", tendem a esconder seus verdadeiros sentimentos e desejos e levar uma vida quase clandestina.
Dessa forma, acabam reforçando as fantasias, os estereótipos e os mitos. Também as religiões, de um modo geral, por condenarem a homossexualidade como não "natural", contribuem e muito para esse isolamento e o conseqüente fortalecimento dos preconceitos. Mas quais são esses mitos? E o que eles têm de verdadeiro?

A homossexualidade é uma escolha? 
Ninguém escolhe ser homossexual. O desejo emocional e sexual por pessoas do mesmo sexo surge espontaneamente, da mesma forma que acontece com os heterossexuais. O que as pessoas podem escolher é se irão ou não ter comportamentos homossexuais. Uma coisa é a orientação homossexual (desejo, atração física e emocional), outra é o comportamento homossexual (relações amorosas e/ou sexuais com parceiros do mesmo sexo).

Homossexuais levam uma vida solitária e promíscua? 
Embora a maioria dos homossexuais tenha, de fato, uma vida sexual muito ativa, existe um grande número de homossexuais que escolhem relações monogâmicas e desenvolvem relacionamentos estáveis e de longa duração. A necessidade e o desejo de amar e ser amado, de criar vínculos afetivos e de compartilhar intimidade são os mesmos para homo e heterossexuais. A dificuldade pode estar, muitas vezes, em concretizar e realizar esses anseios numa sociedade homofóbica.

Homossexuais são pessoas que gostariam de trocar de sexo? 
Não necessariamente. É importante distinguir orientação sexual (desejo/atração) de identidade sexual (identificação psicológica com um determinado sexo) e papel sexual (comportamentos socialmente atribuídos ao sexo). A maioria dos homossexuais sente-se perfeitamente identificada com seu sexo biológico e não deseja trocar. Apenas sentem-se atraídos física e emocionalmente por pessoas do mesmo sexo. Uma situação bem diferente da dos transexuais, que se identificam psicologicamente com o sexo oposto ao seu sexo biológico.

Homossexuais são pessoas angustiadas e infelizes? 
A maior dificuldade que o homossexual enfrenta é a auto-aceitação da sua orientação sexual. Normalmente ele cresce com muito medo de que seu "segredo" seja descoberto, fica angustiado por não saber exatamente o motivo da sua "diferença" e culpado por sentir desejos considerados "não naturais". Além disso, costuma sofrer abusos verbais e emocionais por parte de colegas e mesmo dos entes queridos.
Uma vez que consiga superar essas dificuldades, aceitar sua natureza, criar vínculos com outros homossexuais e se ajustar à sociedade, a maioria dos homossexuais é capaz de desenvolver uma vida plena e satisfatória. Suas dificuldades não são muito diferentes das dos heterossexuais.

Homossexuais não podem ser bons pais? 
Há inúmeros estudos indicando que não há nenhuma diferença significativa nos índices de ajustamento de uma criança em função da orientação sexual dos pais. Também não há nenhuma evidência científica da influência da orientação sexual dos pais na orientação da criança. Se isso fosse verdade não haveria homossexuais filhos de heterossexuais. As dificuldades relatadas por pais homossexuais e filhos de homossexuais se referem ao preconceito e à intolerância da sociedade.

Todos os homossexuais masculinos têm trejeitos femininos e vice-versa? 
De forma alguma. O que caracteriza a orientação sexual é a presença da atração por pessoas do mesmo sexo, e só isso. No mais, homossexuais, masculinos e femininos, variam tanto quanto os heterossexuais. Podem ter trejeitos ou não, ser ou não delicados ou masculinizados, gostar de atividades características do seu sexo biológico ou não, ser mais sensíveis ou menos sensíveis, etc. Há homossexuais exercendo todo tipo de atividade profissional e atuando em todas as áreas da sociedade, sem que, muitas vezes, ninguém perceba sua orientação.

Homossexuais precisam de ajuda psicológica profissional?
Não mais que os heterossexuais. Desde 1973 a American Psychiatric Association, logo seguida pela American Psychological Association, deixou de considerar a homossexualidade doença ou desvio de conduta. Trata-se apenas de uma forma diferente de manifestação da sexualidade, presente em todas as sociedades e culturas ao longo da história da humanidade. Homossexuais podem se beneficiar de uma ajuda profissional para ajudá-los a compreender melhor sua sexualidade e desenvolver formas saudáveis de lidar com as dificuldades impostas pela sociedade. Afora isso, podem procurar ajuda pelos mesmos motivos que os heterossexuais.




Fonte para pesquisas: http://www.psicoinfo.com.br/sex.shtml#2






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